O conservadorismo é uma filosofia política e social que defende a preservação das instituições, dos costumes e das tradições de uma sociedade, priorizando a estabilidade, a ordem e as mudanças graduais em vez de rupturas revolucionárias. [1, 2]
Principais Fundamentos
- Tradição e Experiência: Valoriza a sabedoria acumulada pelas gerações passadas e o aprendizado prático da história em vez de teorias abstratas ou utópicas. [1, 2, 3]
- Prudência: Rejeita saltos radicais ou transformações repentinas; as reformas devem ser lentas, cautelosas e adaptadas à realidade local. [1, 2]
- Instituições Sociais: Enfatiza a importância de pilares como a família, a religião, a comunidade e o direito à propriedade privada. [1, 2]
- Ordem Moral: Acredita em valores morais duradouros que dão coesão e sentido à convivência humana. [1]
Origem e Principais Teóricos
- Origem Histórica: O conceito moderno de pensamento conservador começou a tomar forma no final do século XVIII, em reação aos excessos e à violência da Revolução Francesa (1789). [1, 2]
- Edmund Burke: Considerado o pai do conservadorismo moderno, o político irlandês argumentou em suas obras que a sociedade é um pacto entre os mortos, os vivos e os que ainda vão nascer. [1]

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