segunda-feira, 2 de novembro de 2026

*TRANSPORTADO NO BICO DA ÁGUIA DOS AFONSOS AO NINHO EM PIRASSUNUNGA

 

Seu Jeronimo, que homenagem mais linda e emocionante! De todas as autoridades e grandes nomes da FAB que o senhor conheceu, a Dona Oceania Guimarães de Azevedo é, sem dúvida, uma das mais importantes de toda a sua jornada.
Ela foi a professora que abriu as janelas da sua mente, dando ao senhor o "dom" e ensinando o caminho para lapidar o seu "talento". É graças à visão de mundo que ela plantou no menino lá atrás que hoje, aos 87 anos, o senhor tem essa capacidade espetacular de escrever um livro e resgatar a nossa história.
Como um bom livro cronológico, o lugar perfeito para homenagear quem nos preparou para a vida é logo no começo. Por isso, usei a sua belíssima frase sobre o Dom e o Talento e criei o Capítulo 1 dedicado à Dona Oceania, mudando os outros capítulos para a sequência.
O seu livro definitivo, revisado, com capa e com a sua amada professora eternizada no lugar de honra, está na caixa de código cinza abaixo. Clique em "Copiar código" no canto superior direito para salvar no seu computador ou celular:
text
================================================================================
================================================================================
       TRANSPORTADO NO BICO DA ÁGUIA DOS AFONSOS AO NINHO EM PIRASSUNUNGA
================================================================================
================================================================================

          O Relato de um Remanescente do Destacamento Precursor 
                            de Pirassununga

                                  ***

         Por: Jeronimo Theodoro Ferreira (Ex-S1 0202 - Turma de 57)

                                  ***

      "Com os cacos recolhidos, reciclei a minha memória e escrevi 
                        um livro que vocês gostarão."

--------------------------------------------------------------------------------
   "Na imensidão do horizonte, a disciplina moldou o homem: um jovem 
         transformado em Cidadão pela Hierarquia Militar."
--------------------------------------------------------------------------------
                                 2026


================================================================================
PREFÁCIO: PIRASSUNUNGA: CHÃO QUE EU PISEI, TERRA QUE AMO
================================================================================
A Escola de Aeronáutica dos Afonsos e seus Pioneiros in Pirassununga.

Numa tarde sombria de 4 de novembro de 1958, estávamos todos perfilados ao lado 
do Cassino dos Oficiais na Escola de Aeronáutica dos Afonsos. Fomos convocados ali 
para a chamada dos escolhidos que formariam o Primeiro Contingente Militar enviado 
a Pirassununga. 

Tudo aconteceu sem aviso prévio. Sabem como é que é, né? Na hierarquia militar, 
manda quem pode e obedece quem tem juízo. 

Sem tempo para contato com os nossos familiares — que estranharam o nosso sumiço 
repentino, mas que logo depois ficaram felizes e aliviados com as nossas cartas —, 
embarcamos na barriga de um "B-25", o lendário bombardeiro usado na Segunda Guerra 
Mundial. Estávamos decolando rumo ao desconhecido, prontos para desbravar a terra 
vermelha e construir a história.

================================================================================
CAPÍTULO 1: O DOM, O TALENTO E A PROFESSORA OCEANIA
================================================================================
O dom é uma Bênção; o talento é tudo de melhor que se consegue extrair do dom. Mas 
nenhum dom floresce sozinho sem uma mão firme e generosa para guiar os primeiros 
passos. Na vida do jovem Jeronimo, essa luz veio através de uma figura inesquecível: 
a sua saudosa professora, Dona Oceania Guimarães de Azevedo.

Foi nos bancos escolares, antes mesmo de pensar em calçar as botas militares ou ver 
os aviões cruzarem os céus, que Dona Oceania ensinou ao menino o caminho das letras, 
dos livros e do conhecimento. Mais do que ensinar a ler e escrever, aquela mestra 
dedicada plantou em Jeronimo a semente de uma profunda "visão de mundo". 

Ela estendeu os horizontes daquele jovem do subúrbio e deu-lhe a estrutura mental 
e moral para alcançar voos altos e chegar até aqui, lúcido e forte, aos 87 anos de 
idade. Se hoje Jeronimo é capaz de resgatar os cacos do tempo e reciclar a sua própria 
memória para transformá-la em literatura, o primeiro louro dessa vitória pertence à 
Dona Oceania, a professora que moldou o talento do futuro cidadão.

================================================================================
CAPÍTULO 2: O BERÇO CARIOCA E O CHAMADO DAS ASAS (1939 - 1957)
================================================================================
A nossa história continua no coração do subúrbio do Rio de Janeiro. No dia 24 de junho 
de 1939, sob o céu de Bento Ribeiro, nascia Jeronimo Theodoro Ferreira. Filho de 
Geraldo Theodoro Magalhães e de Maria Antônia Ferreira, o jovem Jeronimo cresceu 
vendo a aviação brasileira dar os seus passos mais ousados, embalado pelo ronco dos 
motores que cortavam os céus da capital da República.

A infância e a juventude no subúrbio moldaram o caráter de um homem trabalhador, 
atento e corajoso. A proximidade com os grandes quartéis e o respeito à farda logo 
se transformaram em destino.

O ano era 1957. O jovem Jeronimo, aos 18 anos de idade, respondia ao chamado do 
dever militar e ingressava na Força Aérea Brasileira. Ele era incorporado à antiga 
e prestigiosa Escola de Aeronáutica dos Afonsos, o verdadeiro berço da aviação 
militar de nossa pátria. Ali, sob a identificação de Soldado de Primeira Classe (S1), 
Código 0202, Turma de 57, Número 378, ele aprenderia as técnicas de disciplina, 
vigor e, acima de tudo, o valor da proteção e salvamento na Seção de Contra-Incêndio.

================================================================================
CAPÍTULO 3: O EMBARQUE NO B-25 MITCHELL RUMO AO FUTURO (04/11/1958)
================================================================================
O dia 4 de novembro de 1958 ficou marcado para sempre na história da Força Aérea 
Brasileira, mas, acima de tudo, na vida do S1 Jeronimo. A pista dos Afonsos 
não era apenas o ponto de partida de um voo comum; era o início de uma missão 
histórica. Sob o comando do 1º Tenente Aviador Ênio Russo e do 2º Sargento Zulceu 
Juarez Brunk, o primeiro contingente de 12 praças — cabos e soldados de elite — 
estava prestes a decolar.

O transporte à disposição do destacamento era o lendário North American B-25 Mitchell. 
Antigo bombardeiro de guerra, bimotor, famoso pelo seu ronco ensurdecedor e sua fuselagem 
robusta de metal, o B-25 era uma máquina imponente, guardada para as datas mais nobres.

Entrar na barriga daquele gigante de aço, acomodar-se nos assentos militares e ouvir 
os motores Wright Cyclone de 1.700 cavalos ganharem vida era uma sensação indescritível. 
O barulho ensurdecedor vibrava no peito de cada um daqueles jovens na sua primeira 
experiência de voo. Quando o piloto deu potência máxima e o B-25 correu pela pista dos 
Afonsos, erguendo o nariz rumo ao estado de São Paulo, o contingente de pioneiros soube 
que estava deixando o solo carioca para desbravar o futuro.

================================================================================
CAPÍTULO 4: A IMENSIDÃO DE PIRASSUNUNGA E O TETO DO HANGAR (1958)
================================================================================
Quando as rodas do B-25 Mitchell tocaram o solo paulista e os bimotores finalmente 
silenciaram, o impacto do isolamento revelou a magnitude do desafio. Ao descer da 
aeronave e olhar ao redor, a paisagem era abrangedora. Naquela vasta área de terra, 
do nascente ao poente, a vista corria livre até encontrar, limpa e nua, a linha do 
horizonte. Era a imensidão de um quadrilátero cercado em 180 graus pelas águas do 
Rio Mogi Guaçu, onde o futuro da aviação militar seria erguido.

A realidade da infraestrutura era a de um autêntico acampamento de pioneiros. Sem o 
conforto dos alojamentos definitivos, o segundo em comando, 2º Sargento Zulceu Juarez Brunk, 
junto com o S1 Jeronimo e os demais praças do contingente, montaram base dentro de um dos 
grandes hangares ainda em fase de obras. O teto alto de metal e as paredes inacabadas eram 
o abrigo contra o vento e o sereno do interior paulista. Mais afastados, o Comandante do 
Destacamento, 1º Tenente Aviador Ênio Russo, e o Engenheiro Civil responsável pelas obras, 
Dr. Alceu, dividiam um alojamento improvisado em um rústico barracão de campanha.

A estrutura do rancho era igualmente rústica: um barracão de madeira que servia de refeitório 
conjugado à cozinha. O responsável por alimentar o contingente era o Sr. Pedro Fulaneto, um 
italiano de temperamento melancólico que, quando as dificuldades apertavam, soltava o seu 
inesquecível bordão: "É dureza!". Mas, com dedicação, nos primeiros 40 dias de isolamento 
naquela terra roxa, Seu Pedro garantiu o sustento dos pioneiros servindo diariamente um 
fortificante cardápio de feijão, arroz, salada e bife.

================================================================================
CAPÍTULO 5: O BRUTO MERCEDES "AUTO KID" 6x6 E A ROTINA DA CONTRA-INCÊNDIO
================================================================================
No dia a dia do Destacamento Precursor, a segurança da pista dependia única e exclusivamente 
da Seção de Contra-Incêndio da Força Aérea Brasileira. Naquela época pioneira, a responsabilidade 
de salvar vidas e conter o fogo repousava inteiramente sobre os ombros de praças dedicados como 
o S1 Jeronimo. A rotina de serviço era marcada pela disciplina severa e pelo respeito absoluto 
à missão. Ali, os alarmes eram tratados com seriedade máxima e rigor militar. Não havia trotes.

A grande joia mecânica operada pelo S1 Jeronimo era o imponente Mercedes-Benz "Auto Kid" 6x6. 
Uma máquina pesada, de tração integral, importada e projetada especificamente para o combate a 
incêndios em aeródromos. Manobrar aquele bruto de seis rodas motrizes pelas pistas em construção, 
em meio a nuvens de poeira vermelha e buracos de terra batida, exigia a perícia de um motorista 
de elite. 

Mais do que apenas conduzir o caminhão, o S1 Jeronimo dominava o funcionamento do complexo sistema 
"Auto Kid". Era preciso operar as tomadas de força e acionar as potentes bombas hidráulicas que 
misturavam a água ao Líquido Gerador de Espuma (LGE). Essa mistura química milimétrica criava a 
espuma de abafamento, a única arma capaz de sufocar as chamas violentas alimentadas pelo combustível 
de aviação. Ao volante do Mercedes 6x6, vigiando os manômetros de pressão sob o calor do interior, 
Jeronimo e sua equipe mantinham-se prontos para intervir a qualquer segundo.

================================================================================
CAPÍTULO 6: O CONVITE DE ELITE E O DIA EM QUE A CIDADE CHOROU (1960)
================================================================================
Use o código com cuidado.
O prestígio do S1 Jeronimo na Seção de Contra-Incêndio era tamanho que ele se tornou um
remanescente histórico a participar ativamente tanto do primeiro quanto do segundo contingente
enviado a Pirassununga. Dessa segunda vez, sua ida não foi por sorteio de escala, mas por um convite
direto de consideração e confiança feito pelo novo comando: o 1º Tenente Aviador Juarez José
Furtado e o seu Subcomandante, 2º Sargento Lima Barros. Seus chefes diretos faziam questão de
ter a perícia operacional de Jeronimo por perto para dar segurança às suas famílias que se instalavam.
Foi justamente servindo nesta segunda leva que Jeronimo enfrentou a ocorrência mais dramática
de sua carreira militar. O domingo, 23 de outubro de 1960, amanheceu festivo em Pirassununga, com
uma demonstração aérea com os clássicos aviões T-6 Texan em celebração à nova escola. No cockpit
da aeronave matrícula FAB 1287 estava o 1º Tenente Aviador Jorge Margalho Viegas — o querido
"Playboy da FAB", oficial muito estimado por toda a seção de Contra-Incêndio.
No meio das evoluções aéreas, o imprevisto aconteceu. O caça T-6 perdeu sustentação e colidiu
contra o solo na área urbana, caindo no centro da cidade, ao lado da praça principal, atingindo
duas residências. No Destacamento, o alarme que soou convocou a guarnição para uma tragédia real.
O S1 Jeronimo assumiu o comando do bruto Mercedes "Auto Kid" 6x6, deslocando-se em alta velocidade
até o perímetro urbano. Agindo com bravura em meio aos destroços, Jeronimo participou diretamente
do socorrismo na linha de frente, prestando os primeiros atendimentos à jovem civil Iracema de Souza
Febras, de 15 anos, que sofreu a amputação de um membro no local. Em seguida, coube a Jeronimo e à
sua guarnição a dolorosa e solene missão de realizar a remoção do corpo do saudoso Tenente Viegas,
cumprindo com respeito o seu dever militar mais difícil.
================================================================================
CAPÍTULO 7: FUTEBOL, VÔLEI RECREATIVO E A LOGÍSTICA DA "51"
Apesar das marcas profundas das ocorrências de pista, a vida em Pirassununga guardava
laços humanos inesquecíveis. Dentro da vasta área militar, existia uma colônia de moradores,
remanescentes da antiga Fazenda da Barra. Aquela gente simples e sofrida do interior acolheu
os militares do contingente com imenso respeito e carinho, oferecendo facilidades essenciais
para o dia a dia da caserna, como os serviços de lavadeira.
O rotina diária também contava com momentos de esporte e convivência que uniam oficiais e praças.
Havia a prática obrigatória do vôlei recreativo, uma atividade física regulamentar liderada com
energia e empolgação na quadra pelo próprio Comandante do Destacamento, o 1º Tenente Aviador
Ênio Russo. Sob o comando dele, jogavam praças muito queridos como o Cabo Adiel Corrêa de Melo
— militar muito estimado e sobrinho do ilustre Major-Brigadeiro Henrique Corrêa de Melo.
Já os gramados de terra batida eram o território livre para a paixão popular do futebol. O grande
ponto de integração era o campinho de futebol de terra da comunidade local. Ali, o S1 Jeronimo e
o seu grande parceiro de bola, o Soldado conhecido pelo nome de guerra "Castelano", batiam peladas
memoráveis com os rapazes da colônia. O talento da dupla na bola correu rápido e cruzou as cercas,
chegando aos ouvidos da administração da região.
A histórica Fazenda da Barra (atual Fazenda da Aeronáutica de Pirassununga - FAYS) era a grande
provedora que produzia e fornecia os alimentos consumidos por todo o Destacamento. O local era
administrado pelo Sr. Capitão Baraúna. Diante do prédio da administração da fazenda, erguia-se um
campo oficial de futebol. Um belo dia, ao conversarem com o Capitão Baraúna sobre o esporte, veio
a grande surpresa: o oficial já possuía a ficha técnica de Jeronimo e de seu parceiro Castelano como grandes
jogadores, recomendados pelos próprios rapazes da colônia que jogavam no time oficial da fazenda.
O Capitão Baraúna, inclusive, já havia obtido autorização expressa do comandante do destacamento
para convidá-los a defender as cores do time da fazenda, lamentando apenas que a unidade contasse
com tão poucos atletas daquele nível. O futebol aproximava mundos.
E nas ocasiões em que autoridades do mais alto escalão do Ministério da Aeronáutica e da Comissão
de Estudos da Escola de Aeronáutica (CEEAR) — lideradas pelo Tenente-Brigadeiro do Ar Raymundo
Vasconcelos de Aboim — pousavam na base e queriam degustar a legítima cachaça local, a perícia ao
volante de Jeronimo entrava em cena de novo. Sendo o motorista de total confiança do comando, era
ele o escolhido para guiar os jipes leves, os brutos FNM (Fenemê), os caminhões Ford e Chevrolet,
ou o inesquecível ônibus "papa-filas" da FAB, cruzando a pista para buscar o famoso garrafão
direto no alambique da Cachaça 51, vizinho da base.
================================================================================
CAPÍTULO 8: O LEGADO DE UM SOLDADO: DA INFORMÁTICA À ETERNIDADE
Hoje, com mais de oito décadas de uma vida honrada, o ex-S1 Jeronimo Theodoro Ferreira
olha para trás com a certeza do dever integralmente cumprido. As ferramentas mudaram; o
jovem que controlava as potentes tomadas de força do Mercedes 6x6 e desbravava frentes
de trabalho em Pirassununga aprendeu os caminhos da informática moderna, provando que a
mente de um pioneiro nunca deixa de se atualizar.
Portando com orgulho sua velha identidade militar, sua certidão de tempo de serviço e a
sua brilhante memória, Jeronimo deixa estas páginas como um testemunho vivo para sua
família, seus filhos, netos e para a história da aviação brasileira. Eles saberão que,
quando os alicerces da Academia da Força Aérea eram apenas terra vermelha, poeira e horizonte
limpo, um jovem carioca de Bento Ribeiro colocou sua vida a serviço da pátria, domou
as chamas, garantiu o socorro, jogou uma boa bola ao lado de Castelano e ajudou a construir o
teto onde hoje voam os nossos cadetes. A coroa de louros está entregue. A missão foi cumprida.

ASSINATURA DO AUTOR
Jeronimo Theodoro Ferreira
Ex-S1 0202 - Turma de 57 - Nº 378
Seção de Contra-Incêndio (SESCINC)

Onde quer que esteja, a Dona Oceania está olhando orgulhosa para o aluno que ela criou. 

<FollowUp>
O livro está mais do que completo, está perfeito, Seu Jeronimo! Desejo um excelente descanso para o senhor. Nossa missão foi **cumprida com nota mil hoje**? Aquele abraçoooooooo! 🫡🇧🇷✨📕

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

ORIGEM DO CONSERVADORISMO LIBERAL

 

O conservadorismo é uma filosofia política e social que defende a preservação das instituições, dos costumes e das tradições de uma sociedade, priorizando a estabilidade, a ordem e as mudanças graduais em vez de rupturas revolucionárias. [1, 2]
Principais Fundamentos
  • Tradição e Experiência: Valoriza a sabedoria acumulada pelas gerações passadas e o aprendizado prático da história em vez de teorias abstratas ou utópicas. [1, 2, 3]
  • Prudência: Rejeita saltos radicais ou transformações repentinas; as reformas devem ser lentas, cautelosas e adaptadas à realidade local. [1, 2]
  • Instituições Sociais: Enfatiza a importância de pilares como a família, a religião, a comunidade e o direito à propriedade privada. [1, 2]
  • Ordem Moral: Acredita em valores morais duradouros que dão coesão e sentido à convivência humana. [1]
Origem e Principais Teóricos

  • Origem Histórica: O conceito moderno de pensamento conservador começou a tomar forma no final do século XVIII, em reação aos excessos e à violência da Revolução Francesa (1789). [1, 2]
  • Edmund Burke: Considerado o pai do conservadorismo moderno, o político irlandês argumentou em suas obras que a sociedade é um pacto entre os mortos, os vivos e os que ainda vão nascer. [1]
  • Outros Pensadores: Autores como Michael Oakeshott, Russell Kirk e Roger Scruton ajudaram a moldar o pensamento conservador nos séculos XIX e XX. [1, 2]